
E continua o mistério a volta do desaparecimento do Airbus 330 da Air France rota Rio-Paris.
Quando vejo estas notícias meus nervos ficam em frangalhos. Adoro viajar, mas entrar dentro de um avião e ficar trancada algumas horas literalmente impotente, não é um bom programa de férias ou um breve passeio.
Minha primeira experiência com turbulência ou tempestade intertropical foi em 2002, quando fui ao Brasil após 4 anos a viver em Portugal. O vôo seria directo para o Rio de Janeiro, mas foi desviado primeiramente para São Paulo e aconteceu o que eu nunca imaginaria. Foram enormes solavancos no exacto momento que estavam a servir umas bebidas e que nos foi retiradas sem a menor cerimônia.
Eu ouvia gritos de desesperos de alguns passageiros e meu filho que na época tinha 7 anos vibrava de alegria com aquele sobe e desce sem fim. Ele me disse que era igual a montanha russa que há no Centro Comercial Colombo. Pedi muito a Deus para nos proteger e nem sabia que minha filha estava sendo gerada em meu ventre naquele momento.
Muitos gritos, sinais de vômitos no piso, reza...muita reza e chegamos ao destino sã e salvos.
Viajar é muito bom, mas voltar para casa é melhor ainda!
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